3 de janeiro de 2019

SE ELA FICAR CHATEADA... UPS!

Estou a corrigir um trabalho da minha irmã sobre a educação das crianças e acabei por alterá-lo todo porque não concordo com a opinião dela sobre este assunto.

2 de janeiro de 2019

ADULTOS

Quem nasceu em 2000 faz este ano 18 anos. É pá, como o tempo passa!

RESOLUÇÕES PARA 2019

1. Aprender a diferença entre viver e existir. 
2. Aplicá-la à minha vida.

12 de dezembro de 2018

TESE

Estou a ler um artigo muito enfadonho com 27 páginas e desde agosto que andava a adiar esta leitura.

De manhã, quando comecei a lê-lo, a dada altura pensei "é pá, isto está a render! Aposto que já falta pouco para acabar" e ainda só tinha lido três páginas.

Agora à noite, quando determinei que não iria dormir sem o terminar, no meio de tanta informação dei por mim a ter aquele pensamento de criança que não gosta de ler: "Mas isto é só texto? Não tem imagens?"

7 de dezembro de 2018

HOJE MADRUGUEI E TIVE MUITO TEMPO PARA PENSAR

Deus escolheu bem a mãe do seu filho. A muito humilde Maria.

Se me tivesse escolhido, eu achar-me-ia a última bolacha do pacote e provavelmente iria falar disso durante toda a gestação. "Eu sou a escolhida, ok? Back off!"

15 de novembro de 2018

[ pensamentos ]

Eu sei que para que a vida seja mais do que isto temos que lutar por isso.


Mas como?

[ pensamentos ]

Ás vezes pergunto-me se a vida não será mais do que isto. Pergunto-me se será sempre assim. Pergunto-me se é igual para todos e se depois cada um se conforma à sua maneira.

Ás vezes há uma expressão em inglês que me passa pela cabeça. "Stuck in life."

14 de novembro de 2018

SONHO

Esta noite tive um sonho. Um sonho bom, como nunca antes tive, e que eu gostaria que tivesse sido mais do que apenas isso. Um sonho.

Os coreanos têm um hábito muito estranho de bater com o punho no peito quando se sentem emocionalmente mal. Eu nunca percebi se o fazem só na ficção ou se isso é um hábito real. Também nunca percebi porque é que o fazem, um coração partido dói, com certeza, mas não no peito – na cabeça. Será que bater com o punho no peito adiantaria alguma coisa? Aliviaria alguma dor?

Sim, aliviaria. Porque acordar e perceber o quanto queria que o sonho tivesse sido real e ver que estaria muito longe de o ser, deixou-me de coração apertado. E bater com o punho no peito, desta vez, foi realmente apaziguador.

Foi um sonho feliz, cheio de luz, mas acordar na escuridão do quarto ofuscou essa felicidade.

7 de setembro de 2018

PROMESSAS VAZIAS

Hoje dei por mim a fazer um balanço da minha vida. Como está a correr 2018? Fiz muitas coisas boas, este ano? Desperdicei muito tempo em coisas inúteis?

Normalmente, comparo sempre o ano corrente com o ano anterior e, tendo em conta que o ano passado foi uma época escura para mim, este até está a correr bem. Apesar de não ter feito o que queria fazer. Apesar de não ter investido em mim como planeava. Apesar de não ter vivido as grandes aventuras que aspiramos sempre.

Está a ser um ano razoável, vá.

E ao jantar, a conversa bateu nos signos. Que signos eram compatíveis com os nossos e quais eram os opostos. E enquanto as amigas discutiam as respectivas compatibilidades e as associavam a pessoas que conheciam, eu lembrei-me de uma questão importante associada à astrologia.

Na véspera do ano novo eu estava na Suíça, a tomar o pequeno almoço enquanto via as previsões dos signos para 2018.

O astrólogo disse que este ano seria o meu ano. Ele ditou um intervalo específico do signo de Gémeos que abrangia a data do meu aniversario!

E, no entanto, faltam pouco nais de três meses para o final do ano e ainda não tive nenhum sinal de que este ano seria mais especial do que os anteriores.


PORTANTO


O astrólogo mentiu !!! 

6 de setembro de 2018

A COISA MAIS ESTÚPIDA E SEM SENTIDO QUE ME PASSOU PELA CABEÇA (HOJE)

Nos últimos dias tenho acordado muito cedo e passado várias horas seguidas a ler artigos no computador. Assim sendo, o meu cérebro está a dar as última (presumo que seja por isto que este episódio aconteceu) e hoje tenho estado a manhã toda com dores de cabeça.

Quando cheguei à biblioteca - já o meu dia ia a meio, apesar de ainda ser de manhã - cumpri o meu ritual de tirar tudo da mochila para fora, abrir o computador, ligar os auriculares e abrir os documentos que ainda me faltam ler.

Entre isto tudo, senti uma pontada na cabeça e uma ardência nos olhos e vai daí que disse para mim mesma "o que vale é que daqui a bocado vou por os óculos e já não vou sentir tantas dores".

Até aqui tudo bem, certo?


ERRADO!!


Porque eu não uso óculos!

Porque, raio, fui pensar que ia por os óculos para ler os documentos se eu nem sequer uso óculos??

A minha resposta para isto é que era o meu cérebro a mandar-me ir a um oftalmologista.